Wednesday, December 07, 2005

Amor, amor, amor

Acabo de receber uma carta de amor. Em papel e caneta, mesmo. De uma pessoa que nunca vi na vida. E essa carta me fez mais feliz do que posso me lembrar por muito tempo.

A carta é sóbria e apaixonada ao mesmo tempo. Filosofa enquanto infantil. Toca diversos pontos profundos dentro de mim. Reflete sentimentos que eu mesmo tenho, e que são sutis. É escrita em português perfeito. Traz um poema que, ela não sabia, me encanta. Traz outro que não conhecia, que também me encanta. Mostra alguém bela, inteligente, com sede pela vida e pela sabedoria. Que vê beleza nas mesmas coisas que eu, mesmo que essas coisas não sejam consideradas belas por muitos.

Também te amo.